Não sei se existem maneiras boas de morrer, mas eu achei muito criativo este vídeo australiano: ‘Maneiras bestas de morrer’ é uma animação que foi criada como um alerta de segurança do metrô de Melbourne, na Austrália. Nesta animação, monstrinhos engraçadinhos morrem de várias formas aterradoras, para lembrar de alguns cuidados importantes que devemos ter.
O vídeo foi visto mais de 17,5 milhões de vezes em uma semana!
O sucesso gerou também Tumblr e site. Olha só:
terça-feira, 27 de novembro de 2012
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
Lições de vida... em poucas linhas
Recebi esta mensagem de uma amiga. Vi tanta coisa verdadeira nestas linhas, que me senti quase na obrigação de colocar aqui no blog. Afinal, fala tanto, com tão poucas palavras....
Em tempo: os destaques são meus.
Foi escrito por Regina Brett, 90 anos de idade, que assina uma coluna no The Plain Dealer, Cleveland, Ohio.
“Para celebrar o meu envelhecimento, certo dia
eu escrevi as 45 lições que a vida me ensinou. É a coluna mais solicitada que eu
já escrevi.
Meu hodômetro passou dos 90 em agosto, portanto aqui vai a coluna mais uma vez:
1. A vida não é justa, mas ainda é boa.
2. Quando estiver em dúvida, dê somente o próximo passo, pequeno.
3. A vida é muito curta para desperdiçá-la odiando alguém.
4. Seu trabalho não cuidará de você quando você ficar doente. Seus amigos e familiares cuidarão. Permaneça em contato.
5. Pague mensalmente seus cartões de crédito.
6. Você não tem que ganhar todas as vezes. Concorde em discordar.
7. Chore com alguém. Cura melhor do que chorar sozinho.
8. É bom ficar bravo com Deus. Ele pode suportar isso.
9. Economize para a aposentadoria começando com seu primeiro salário.
10. Quanto a chocolate…É inútil resistir.
11. Faça as pazes com seu passado…Assim ele não atrapalha o presente.
12. É bom deixar suas crianças verem que você chora.
13. Não compare sua vida com a dos outros. Você não tem idéia do que é a jornada deles.
14. Se um relacionamento tiver que ser um segredo…Você não deveria entrar nele.
15. Tudo pode mudar num piscar de olhos Mas não se preocupe; Deus nunca pisca.
16. Respire fundo. Isso acalma a mente.
17. Livre-se de qualquer coisa que não seja útil, bonito ou alegre.
18. Qualquer coisa que não o matar, o tornará realmente mais forte.
19. Nunca é muito tarde para ter uma infância feliz. Mas a segunda vez é por sua conta e ninguém mais.
20. Quando se trata do que você ama na vida…Não aceite um não como resposta.
21. Acenda as velas, use os lençóis bonitos, use roupa chic. Não guarde isto para uma ocasião especial. Hoje é especial.
22. Prepare-se mais do que o necessário, depois siga com o fluxo.
23. Seja excêntrico agora. Não espere pela velhice para vestir roxo.
24. O órgão sexual mais importante é o cérebro.
25. Ninguém mais é responsável pela sua felicidade, somente você..
26. Enquadre todos os assim chamados “desastres” com estas palavras ‘Em cinco anos, isto importará?’
27. Sempre escolha a vida.
28. Perdoe tudo de todo mundo.
29. O que outras pessoas pensam de você não é da sua conta.
30. O tempo cura quase tudo. Dê tempo ao tempo..
31. Não importa quão boa ou ruim é uma situação, ela mudará.
32. Não se leve muito a sério. Ninguém faz isso.
33. Acredite em milagres.
34. Deus ama você porque ele é Deus, não por causa de qualquer coisa que você fez ou não fez.
35. Não faça auditoria na vida. Destaque-se e aproveite-a ao máximo agora.
36. Envelhecer ganha da alternativa — morrer jovem.
37. Suas crianças têm apenas uma infância.
38. Tudo que verdadeiramente importa no final é que você amou.
39. Saia de casa todos os dias. Os milagres estão esperando em todos os lugares.
40. Se todos nós colocássemos nossos problemas em uma pilha e víssemos todos os outros como eles são, nós pegaríamos nossos mesmos problemas de volta.
41. A inveja é uma perda de tempo. Você já tem tudo o que precisa.
42. O melhor ainda está por vir.
43. Não importa como você se sente, levante-se, vista-se bem e apareça.
44. Produza!
45. A vida não está amarrada com um laço, mas ainda é um presente"
Em tempo: os destaques são meus.
Foi escrito por Regina Brett, 90 anos de idade, que assina uma coluna no The Plain Dealer, Cleveland, Ohio.
Meu hodômetro passou dos 90 em agosto, portanto aqui vai a coluna mais uma vez:
1. A vida não é justa, mas ainda é boa.
2. Quando estiver em dúvida, dê somente o próximo passo, pequeno.
3. A vida é muito curta para desperdiçá-la odiando alguém.
4. Seu trabalho não cuidará de você quando você ficar doente. Seus amigos e familiares cuidarão. Permaneça em contato.
5. Pague mensalmente seus cartões de crédito.
6. Você não tem que ganhar todas as vezes. Concorde em discordar.
7. Chore com alguém. Cura melhor do que chorar sozinho.
8. É bom ficar bravo com Deus. Ele pode suportar isso.
9. Economize para a aposentadoria começando com seu primeiro salário.
10. Quanto a chocolate…É inútil resistir.
11. Faça as pazes com seu passado…Assim ele não atrapalha o presente.
12. É bom deixar suas crianças verem que você chora.
13. Não compare sua vida com a dos outros. Você não tem idéia do que é a jornada deles.
14. Se um relacionamento tiver que ser um segredo…Você não deveria entrar nele.
15. Tudo pode mudar num piscar de olhos Mas não se preocupe; Deus nunca pisca.
16. Respire fundo. Isso acalma a mente.
17. Livre-se de qualquer coisa que não seja útil, bonito ou alegre.
18. Qualquer coisa que não o matar, o tornará realmente mais forte.
19. Nunca é muito tarde para ter uma infância feliz. Mas a segunda vez é por sua conta e ninguém mais.
20. Quando se trata do que você ama na vida…Não aceite um não como resposta.
21. Acenda as velas, use os lençóis bonitos, use roupa chic. Não guarde isto para uma ocasião especial. Hoje é especial.
22. Prepare-se mais do que o necessário, depois siga com o fluxo.
23. Seja excêntrico agora. Não espere pela velhice para vestir roxo.
24. O órgão sexual mais importante é o cérebro.
25. Ninguém mais é responsável pela sua felicidade, somente você..
26. Enquadre todos os assim chamados “desastres” com estas palavras ‘Em cinco anos, isto importará?’
27. Sempre escolha a vida.
28. Perdoe tudo de todo mundo.
29. O que outras pessoas pensam de você não é da sua conta.
30. O tempo cura quase tudo. Dê tempo ao tempo..
31. Não importa quão boa ou ruim é uma situação, ela mudará.
32. Não se leve muito a sério. Ninguém faz isso.
33. Acredite em milagres.
34. Deus ama você porque ele é Deus, não por causa de qualquer coisa que você fez ou não fez.
35. Não faça auditoria na vida. Destaque-se e aproveite-a ao máximo agora.
36. Envelhecer ganha da alternativa — morrer jovem.
37. Suas crianças têm apenas uma infância.
38. Tudo que verdadeiramente importa no final é que você amou.
39. Saia de casa todos os dias. Os milagres estão esperando em todos os lugares.
40. Se todos nós colocássemos nossos problemas em uma pilha e víssemos todos os outros como eles são, nós pegaríamos nossos mesmos problemas de volta.
41. A inveja é uma perda de tempo. Você já tem tudo o que precisa.
42. O melhor ainda está por vir.
43. Não importa como você se sente, levante-se, vista-se bem e apareça.
44. Produza!
45. A vida não está amarrada com um laço, mas ainda é um presente"
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
"Carpe Diem" você também!
"Carpe Diem" é uma expressão que significa "colha o dia". Ela foi extraída de versos latinos do poeta Horácio, nas suas Odes, I, 11, 8 “A Leuconoe”. Ela resume o poema no qual Horácio busca persuadir Leuconoe a aproveitar o momento presente e dele retirar todas as suas alegrias, sem se inquietar nem com o dia nem com a hora de sua morte:
Tu não indagues (é ímpio saber) qual o fim que a mim e a ti os deuses tenham dado, Leuconoe, nem recorras aos números babilônicos. Tão melhor é suportar o que será! Quer Júpiter te haja concedido muitos invernos, quer seja o último o que agora debilita o mar Tirreno nas rochas contrapostas, que sejas sábia, coes os vinhos e, no espaço
breve, cortes a longa esperança. Enquanto estamos falando, terá fugido o tempo invejoso; colhe o dia, quanto menos confiada no de amanhã.
O poeta Rubem Alves usa a expressão de uma forma brilhante: "Colha o dia como se fosse um fruto maduro que amanhã estará podre. A vida não pode ser economizada para amanhã. Acontece sempre no presente".
Eu aprendi a viver e aproveitar o presente. Aquariana com ascendente em Aquário, não consigo tirar o olho do futuro, mas me treinei para não me tornar escrava dele. O futuro é algo me espera. Sou eu quem traço esse tempo para mim. Acho que John Lennon tinha razão quando disse que a vida é aquilo que acontece enquanto você está planejando o futuro. Simples: o futuro é algo que vai chegar, se der tempo. E o único compromisso dele é com as agendas, mas o problema é que ele nem sempre cumpre e vira e mexe as coitadas ficam paradas nas esquinas, esperando.... esperando....
Felicidade é um estado de espírito ligado ao presente. Não podemos ser felizes no passado, porque o passado já foi, é apenas uma lembrança. Muito menos podemos ser felizes no futuro, porque o futuro é apenas uma promessa. Assim, felicidade é algo que acontece em um tempo presente - ou seja, agora!
Por isso, eu aprendi a aproveitar o presente. Carpe diem você também!
E pra finalizar, um pensamento que guardei em minha memória:
“Viva completamente cada momento presente e o futuro tomará conta de si mesmo. Viva intensamente o maravilhoso, o belo de cada instante. Pratique a presença da paz. Quanto mais você fizer isso, mais sentirá a presença desse poder em sua vida.” Paramahansa Yogananda
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
A gente se acostuma, mas não devia. O certo seria buscar a amplidão
Lembro-me de um texto da Marina Colasanti que começa assim:
"Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia.
A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E, porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E, porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E, porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E, à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão".
Esse texto me veio logo à cabeça outro dia, quando constatei desapontada que o Google não é mais aquele. Tornou-se mais um mercenário na nossa longa lista de "traidores" rsrsrs. Explico: já reparou que quando você vai pesquisar algo no Google em busca de conteúdo, precisa passar por uma longa lista de sites que vendem o tal "produto ou serviço" relacionado àquela palavra que buscou? Só mesmo depois de passar por um monte deles é que você encontra algo realmente com conteúdo.
Pois é. E recentemente, ao receber o contato de uma "Consultora do Google" para vender anúncios para minha empresa (links patrocinados é o nome que eles utilizam) fiquei sabendo que a relevância no Google está diretamente relacionada ao valor ($) do seu clique, ou seja, quanto mais $ você investir em seus cliques, melhor posicionamento terá.
E então eu perguntei: mas e os links que aparecem na pesquisa "não paga"? Aqueles que eram realmente relevantes antes do Google se tornar mercenário? Bom, me disse ela, o Google coloca em relevância os links que recebem mais cliques, se a sra. investir bastante, o seu site irá ter muitas "impressões" e estará sempre com mais chance de ser clicado, logo ele estará na frente de outros mesmo nos links não pagos!
E eu: mesmo que meu site não tenha conteúdo, só venda coisas? Sim, foi a resposta.
Não satisfeita, lá fui eu testar a afirmativa. E não é que confere?
Mudei a pesquisa para o site da Yahoo/Cadê (http://cade.search.yahoo.com/) e para o Bing (http://br.bing.com) e, de fato, encontrei outras sugestões de pesquisa, muito mais adequadas ao conteúdo que estava procurando.
Bom, se antes eu só usava o Google, agora comecei a refinar minha pesquisa usando os dois outros mecanismos citados. Afinal, a gente se acostuma, mas não deve. O certo é buscar a amplidão!
"Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia.
A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E, porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E, porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E, porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E, à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão".
Esse texto me veio logo à cabeça outro dia, quando constatei desapontada que o Google não é mais aquele. Tornou-se mais um mercenário na nossa longa lista de "traidores" rsrsrs. Explico: já reparou que quando você vai pesquisar algo no Google em busca de conteúdo, precisa passar por uma longa lista de sites que vendem o tal "produto ou serviço" relacionado àquela palavra que buscou? Só mesmo depois de passar por um monte deles é que você encontra algo realmente com conteúdo.
Pois é. E recentemente, ao receber o contato de uma "Consultora do Google" para vender anúncios para minha empresa (links patrocinados é o nome que eles utilizam) fiquei sabendo que a relevância no Google está diretamente relacionada ao valor ($) do seu clique, ou seja, quanto mais $ você investir em seus cliques, melhor posicionamento terá.
E então eu perguntei: mas e os links que aparecem na pesquisa "não paga"? Aqueles que eram realmente relevantes antes do Google se tornar mercenário? Bom, me disse ela, o Google coloca em relevância os links que recebem mais cliques, se a sra. investir bastante, o seu site irá ter muitas "impressões" e estará sempre com mais chance de ser clicado, logo ele estará na frente de outros mesmo nos links não pagos!
E eu: mesmo que meu site não tenha conteúdo, só venda coisas? Sim, foi a resposta.
Não satisfeita, lá fui eu testar a afirmativa. E não é que confere?
Mudei a pesquisa para o site da Yahoo/Cadê (http://cade.search.yahoo.com/) e para o Bing (http://br.bing.com) e, de fato, encontrei outras sugestões de pesquisa, muito mais adequadas ao conteúdo que estava procurando.
Bom, se antes eu só usava o Google, agora comecei a refinar minha pesquisa usando os dois outros mecanismos citados. Afinal, a gente se acostuma, mas não deve. O certo é buscar a amplidão!
Alguém pode enxergar apenas uma imagem na figura acima. Outras pessoas
podem ver várias.
podem ver várias.
sexta-feira, 28 de setembro de 2012
Tamanho é documento...
Antes de começar, uma observação: na emoção de lançar o Blog, não observei que era necessário liberar os comentários. Resultado: muita gente que desejava postar um comentário não conseguiu. Mas agora está ok. Quem quiser comentar aqui no blog será bem-vindo: está tudo liberado!
Tamanho é documento...
Tamanho é documento...
Li há algumas semanas que o prefeito de Nova Iorque, Michael
Bloomberg, quer proibir a venda de refrigerantes “tamanho família” e bebidas
açucaradas, com objetivo de combater a obesidade.
A venda de garrafas ou copos de refrigerante de mais
de 0,48 litro será proibida em todos os restaurantes e lanchonetes de Nova
York. A medida do prefeito apóia-se em pesquisas divulgadas, mostrando que mais
da metade dos nova-iorquinos adultos são obesos.
A nova legislação da prefeitura de NY, que deve
entrar em vigor em março de 2013, provocou um alvoroço entre os especialistas
em saúde e, é claro, a revolta dos fabricantes de bebidas nos EUA.
Só que três novos
estudos publicados agora em setembro estão colocando mais lenha na fogueira:
eles reforçam o vínculo entre o consumo de refrigerantes e bebidas de frutas
açucaradas e a epidemia de obesidade nos Estados Unidos.
O consumo mais que dobrou desde os anos
1970 e o mesmo aconteceu com a taxa de obesidade - que afeta atualmente 30% dos
americanos adultos. O primeiro estudo,
feito com mais de 33.000 americanos, homens e mulheres, indica que consumir
estas bebidas açucaradas agiria nos genes, afetando o peso e ampliando a
pré-disposição genética de uma pessoa a engordar.
A Coca-Cola foi uma das primeiras a espernear contra
a medida do prefeito. Num comunicado a empresa mandou esta: “Os nova-iorquinos esperam e merecem melhor do que isso. Eles
podem fazer suas próprias escolhas sobre as bebidas que compram. Esperamos que
os nova-iorquinos manifestem a sua desaprovação sobre esta lei arbitrária”.
Esse assunto me fez
lembrar de uma discussão que sempre aparecia nas aulas de Marketing da
faculdade. O curso era “Comunicação Social”, com dois anos básicos e depois a separação
dos alunos nas opções entre Jornalismo, Publicidade e Propaganda ou Relações
Públicas. As aulas de Marketing do básico eram verdadeiras batalhas ideológicas,
com a turma do Jornalismo criticando o pessoal de PP e vice-versa. Uma das
discussões girava em torno da estratégia de marketing usada no lançamento de
embalagens cada vez maiores: com a desculpa de ser mais “econômica”, a medida
teria a finalidade de estimular o consumo exagerado (e, quem sabe, o
desperdício...).
Bom, não dá prá negar que realmente o aumento da
circunferência abdominal parece ter acompanhado o crescimento das embalagens
nas últimas décadas, não é? Algumas embalagens são tão avantajadas que mal
cabem na porta da geladeira. Mas isso é um problema simples de resolver:
aumenta-se a geladeira!
Esse anúncio acima é de 1963. Uma Coca-Cola era GRANDE porque rendia 2 copos! Agora a Coca-Cola GRANDE tem 3 litros!!!!
Essa Coca-Cola 3 litros foi lançada para atender momentos festivos como Natal, aniversários, etc. Mas na década de 60 era assim que se recebiam os convidados:
E as geladeiras que deixaram de ser "elefantes brancos"....
voltam agora com força total:
Lançamento da Brastemp - 2012
Nota: Agradecimento especial ao sr. Salvador Blanco, que me doou sua coleção de revistas antigas. Valeu seu Salvador!
sexta-feira, 14 de setembro de 2012
Para começar....
Quem me conhece sabe que já há alguns bons anos, tenho falado de flores. Como jornalista especializada na área de flores e plantas, tenho escrito sobre elas em jornais, revistas e, principalmente, no meu site - o www.jardimdeflores.com.br . E isso tem sido um enorme prazer! Faço isso com a maior dedicação do mundo e só tenho tido bons resultados.
Mas às vezes me dá vontade de escrever sobre outros assuntos também. E essa vontade tem ficado ali quietinha, esperando a hora de se revelar em letras. E agora o momento chegou, na forma deste blog, com o sugestivo nome: "Pra não dizer que eu só falei de flores". E escolhi um texto do qual eu gosto muito, do Veríssimo, para ilustrar e demonstrar como está sendo esse momento.
Mas chega de introdução! Vamos à arte da palavra - mestra em transformar sentimentos em letras!
Mas às vezes me dá vontade de escrever sobre outros assuntos também. E essa vontade tem ficado ali quietinha, esperando a hora de se revelar em letras. E agora o momento chegou, na forma deste blog, com o sugestivo nome: "Pra não dizer que eu só falei de flores". E escolhi um texto do qual eu gosto muito, do Veríssimo, para ilustrar e demonstrar como está sendo esse momento.
Mas chega de introdução! Vamos à arte da palavra - mestra em transformar sentimentos em letras!
Quase
Ainda pior que a convicção do não e a incerteza do talvez é a desilusão de um quase. É o quase que me incomoda, que me entristece, que me mata, trazendo tudo que poderia ter sido e não foi.
Quem quase ganhou ainda joga, quem quase passou ainda estuda, quem quase morreu está vivo, quem quase amou não amou.
Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos dedos, nas chances que se perdem por medo, nas idéias que nunca sairão do papel por essa maldita mania de viver no outono.
Pergunto-me, às vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna; ou melhor não me pergunto, contesto. A resposta eu sei de cór, está estampada na distância e frieza dos sorrisos, na frouxidão dos abraços, na indiferença dos "Bom dia", quase que sussurrados. Sobra covardia e falta coragem até pra ser feliz.
A paixão queima, o amor enlouquece, o desejo trai. Talvez esses fossem bons motivos para decidir entre a alegria e a dor, sentir o nada, mas não são. Se a virtude estivesse mesmo no meio termo, o mar não teria ondas, os dias seriam nublados e o arco-íris em tons de cinza.
O nada não ilumina, não inspira, não aflige nem acalma, apenas amplia o vazio que cada um traz dentro de si.
Não é que fé mova montanhas, nem que todas as estrelas estejam ao alcance, para as coisas que não podem ser mudadas resta-nos somente paciência. Porém, preferir a derrota prévia à dúvida da vitória é desperdiçar a oportunidade de merecer.
Pros erros há perdão; pros fracassos, chance; pros amores impossíveis, tempo. De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma. Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance.
Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar. Desconfie do destino e acredite em você.
Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando porque, embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu. (Luis Fernando Veríssimo)
Ainda pior que a convicção do não e a incerteza do talvez é a desilusão de um quase. É o quase que me incomoda, que me entristece, que me mata, trazendo tudo que poderia ter sido e não foi.
Quem quase ganhou ainda joga, quem quase passou ainda estuda, quem quase morreu está vivo, quem quase amou não amou.
Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos dedos, nas chances que se perdem por medo, nas idéias que nunca sairão do papel por essa maldita mania de viver no outono.
Pergunto-me, às vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna; ou melhor não me pergunto, contesto. A resposta eu sei de cór, está estampada na distância e frieza dos sorrisos, na frouxidão dos abraços, na indiferença dos "Bom dia", quase que sussurrados. Sobra covardia e falta coragem até pra ser feliz.
A paixão queima, o amor enlouquece, o desejo trai. Talvez esses fossem bons motivos para decidir entre a alegria e a dor, sentir o nada, mas não são. Se a virtude estivesse mesmo no meio termo, o mar não teria ondas, os dias seriam nublados e o arco-íris em tons de cinza.
O nada não ilumina, não inspira, não aflige nem acalma, apenas amplia o vazio que cada um traz dentro de si.
Não é que fé mova montanhas, nem que todas as estrelas estejam ao alcance, para as coisas que não podem ser mudadas resta-nos somente paciência. Porém, preferir a derrota prévia à dúvida da vitória é desperdiçar a oportunidade de merecer.
Pros erros há perdão; pros fracassos, chance; pros amores impossíveis, tempo. De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma. Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance.
Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar. Desconfie do destino e acredite em você.
Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando porque, embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu. (Luis Fernando Veríssimo)
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